Instituto São Cristóvão

Cursos oferecidos pelo ISC

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Curso de Homologações da Fetropar e do ISC amplia conhecimento de dirigentes e de funcionários dos sindicatos

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Um sindicato não é formado apenas por dirigentes que promovem o diálogo com a categoria, mas também por funcionários administrativos que, entre outras funções, esclarecem as dúvidas dos trabalhadores. Grande parte dos questionamentos, por exemplo, costumam aparecer no momento da rescisão do contrato de trabalho.

Pensando nisso, a Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Paraná (Fetropar), em parceria com o Instituto São Cristóvão (ISC), realizou, em 22 de setembro, o I Curso de Homologações.

A assistente contábil do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Londrina (Sinttrol) Bruna Sanroman destacou que o curso é importante tanto para quem realiza as homologações quanto para os dirigentes, que atuam diretamente com os trabalhadores.

“Quando o dirigente vai na porta da empresa, os trabalhadores acabam perguntando [sobre] assuntos relacionados à homologação e estabilidade, por exemplo. São coisas que o dirigente também precisa saber”, avaliou.

Para quem atua diretamente com a categoria – que é o caso dos dirigentes –, o evento é uma oportunidade a mais de se aprimorar.

O secretário do Sindicato dos Empregados de Empresas de Transportes de Passageiros Intermunicipal, Interestadual e de Turismo de Cascavel (Sinetrapitel) Celso Espit comentou que o curso vai auxiliá-lo, porque está começando, agora, a fazer o trabalho da homologação. Nesse momento, muitos trabalhadores levam dúvidas para o sindicato. Por isso, tanto funcionários como dirigentes devem estar atualizados.

“A maior dúvida dos trabalhadores, na hora da rescisão, é quanto aos cálculos. Se os valores que eles têm a receber estão certos ou não”, relatou.

Interação

A auxiliar administrativa do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Cascavel (Sitrovel) Olga Ywamura comentou que as informações que são repassadas, por meio do curso, serão usadas nas tarefas diárias.

“Como os assuntos mudam todo dia e você tem que estar se atualizando, esse curso é importantíssimo, porque além das informações que estão sendo repassadas, tem a parte do próprio pronunciamento dos participantes, que agrega conhecimento”, avaliou.

A interação entre os sindicatos, na opinião do presidente do Sindicato dos Condutores de Veículos Rodoviários e Anexos de Paranaguá (Sindicap), Josiel Veiga, gera o fortalecimento de toda a categoria de rodoviários do Paraná.

“De um curso como esse é que saem as orientações para serem explicadas ao trabalhador”, analisou.

Resultado

O diretor administrativo do ISC, Munir Varela, considerou que, por ser a primeira experiência da Fetropar e do Instituto nessa área, o curso agregou conhecimento e promoveu o aprimoramento do trabalho que será realizado pelos sindicatos filiados.

“O que podemos fazer é dividir o curso em quatro ou cinco etapas e, dentro de cada etapa, ser mais específico em cada situação. Outro ponto positivo é que foi a primeira vez que teve essa mescla entre dirigentes e funcionários fazendo um treinamento. E hoje, na maioria dos sindicatos, quem faz as homologações são os funcionários”, ressaltou.

Fonte: Fetropar/ISC

   

I Curso de Homologações do ISC e da Fetropar destaca importância do sindicato na hora da rescisão

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O momento de rescisão do contrato de trabalho é muito delicado para o trabalhador. Não importa se ele foi demitido ou pediu demissão, é necessário verificar se a empresa vai cumprir com o pagamento das verbas rescisórias e com demais direitos dos empregados.

Pensando nisso, a Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Paraná (Fetropar), em parceria com o Instituto São Cristóvão (ISC), realizou, na quinta-feira (22), o I Curso de Homologações. O encontro foi em Guarapuava. A consultoria do evento ficou por conta do escritório Contábil Gongora S/S LTDA.

Necessidade da homologação

Os trabalhadores que estão há mais de um ano na empresa precisam fazer a homologação no sindicato da categoria. Esse procedimento também pode ser realizado em federações e na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Paraná (SRTE/PR). A preferência, no entanto, é para os sindicatos.

Conforme explicou o contabilista da Fetropar Antonio Gongora, se nessa hora não forem fiscalizados todos os detalhes, os trabalhadores podem sair prejudicados. Além de ficar fora do emprego, eles também perdem direitos.

“O sindicato tem o papel de verificar se os valores das rescisões estão sendo pagos corretamente, o que tranquiliza o trabalhador”, avaliou.

Assuntos estudados

O Curso de Homologações, destinado aos dirigentes sindicais e aos funcionários dos sindicatos, tratou dos assuntos que são do interesse dos empregados que estão se desligando da empresa.

Demissão por justa causa, casos de estabilidade, questões que envolvem a trabalhadora que está grávida, temas referentes às empresas que estão em processo de falência ou até mesmo as situações que envolvem o fechamento de uma filial foram alguns dos temas debatidos no encontro.

Durante o período da tarde, os participantes realizaram exercícios práticos, nos quais tinham que resolver situações hipotéticas no momento da homologação.

“Pelo que sinto do público presente, foi uma decisão bem acertada fazer esse curso, por ser um misto de dirigente sindical, funcionários e funcionárias dos sindicatos”, avaliou o presidente da Fetropar, João Batista da Silva.

Os encontros da Federação, conforme explicou, sempre tiveram a participação maciça de homens. Nesse curso, porém, o público feminino também marcou presença.

Por meio do encontro, objetiva-se que os sindicatos estejam preparados para realizar as rescisões adequadamente. Por isso, a proposta para o futuro, segundo João Batista, é realizar outros módulos do curso.

Fonte: Fetropar/ISC

   

ISC visita Sintruv e apresenta resultados parciais da pesquisa realizada com a categoria dos rodoviários

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Desde agosto deste ano, o Instituto São Cristóvão (ISC), por meio da Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Paraná (Fetropar), tem visitado os sindicatos filiados à Federação, a fim de divulgar os resultados parciais da pesquisa realizada com a categoria dos rodoviários.

Em 13 de setembro, o ISC esteve presente na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de União da Vitória (Sintruv). O diretor do ISC, Munir Varela, destacou que o objetivo era apresentar os resultados da pesquisa para o Sindicato e verificar, ainda, se a estrutura da sede está adequada para o cadastro de uma sala de treinamentos no local.

Conforme explicação do diretor, a sala existente no Sintruv está inativa e necessita de adaptações para que o Departamento de Trânsito do Paraná-PR (Detran-PR) libere o espaço para a oferta de treinamentos, por meio dos quais serão ministrados cursos de capacitação aos motoristas.

Resultado da Pesquisa

O grande diferencial para aquela área, segundo Munir, é que os motoristas da região apresentam um grau de escolaridade diferenciado. Enquanto no Sudoeste, onde os resultados parciais também já foram apresentados, a maioria deles não possui o segundo grau, em União da Vitória há uma grande porcentagem com o segundo grau completo. Isso representa, por exemplo, uma melhora na renda e na conquista de uma vaga no mercado de trabalho.

“Percebemos, ainda, uma boa aceitação da base, no que diz respeito às atividades do Sintruv. O pessoal está bem satisfeito com o trabalho exercido ali”, avalia o diretor.

De acordo com o presidente do Sintruv, Lourenço Johann, a pesquisa é bastante importante para evidenciar as necessidades dos trabalhadores – as quais o Sindicato precisa atender, principalmente com relação às reivindicações da categoria.

Na opinião do presidente, o que mais chamou a atenção foi a solicitação, por parte dos trabalhadores, para que as empresas tivessem convênio médico. Outra das preocupações diz respeito às condições de trabalho e de salário.

Fonte: ISC

   

Na estrada, todo cuidado é pouco para evitar colisões com animais

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A estrada não é só o lugar por onde transitam veículos e pessoas. Ali também é o local onde os animais pastam à beira do caminho. Sendo assim, eles podem invadir a estrada, o que representa risco de acidentes de colisão, principalmente com animais de grande porte, como vacas e cavalos.

De acordo com o presidente do ISC, João Batista da Silva, o motorista deve estar atento às placas que sinalizam a possível presença de animais nas rodovias.

“Porém, não basta apenas estar alerta, é preciso alguns cuidados que fazem do trajeto um espaço de convivência tranquila”, orienta João Batista. Por isso, fique de olho em algumas dicas selecionadas pelo Instituto São Cristóvão (ISC) para evitar acidentes durante o trajeto: 

- A primeira atitude a tomar, ao avistar animais na estrada, é reduzir a velocidade. Jamais utilize a buzina, pois isso pode assustá-los e provocar um acidente pior do que a colisão;

- Pelo mesmo motivo, o farol não deve ser ligado nessas situações. Isso porque os animais assustados podem ter reações inesperadas. Do mesmo modo, eles também podem ficar paralisados de susto, o que levaria a congestionar a via;

- Há horários em que é mais comum se deparar com animais, como nas primeiras horas da manhã e ao anoitecer, então, nesses momentos, fique mais atento;

- Quando for ultrapassar um animal que estiver atravessado na pista, faça isso sempre por trás dele. Isso faz com que a velocidade de reação do animal diminua. É importante lembrar que os bois e as vacas não recuam, já os cavalos, podem dar coices, por exemplo, por isso o cuidado deve ser redobrado;

- Preste muita atenção, pois algumas espécies costumam andar em bandos. A velocidade do veículo, portanto, deve ser baixa. Afinal, mesmo que um animal tenha ido embora, outros podem aparecer. Sendo assim, é importante fechar os vidros por motivos de segurança, caso apareça algum animal ao lado do veículo;

- Se você se deparar com os animais de pequeno porte, como cachorro ou gato, a tendência, geralmente, é frear. Mas tome cuidado! Se algum outro veículo estiver trafegando atrás em alta velocidade, a freada brusca pode provocar um acidente;

- Caso uma colisão seja inevitável, reduza a velocidade aos poucos e tire o veículo da rota do animal. Na hora do impacto, segure firme no volante, a fim de evitar instabilidade.

Fonte: ISC

   

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